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Qual é o papel do ferro na gravidez?

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Certamente você já ouviu falar sobre a importância do ferro na gravidez, mas sabe dizer de onde vem essa relevância toda?

Basicamente, trata-se do nutriente responsável, principalmente, pelo auxílio na formação das células vermelhas do sangue e transporte de oxigênio para as células do corpo, apoiando todo o metabolismo energético e funcionamento do sistema imune. E uma dieta com baixa ingestão de ferro compromete diretamente todos esses aspectos.

Para reforçar essa importância, especialmente na gravidez, de acordo com a Médica Ginecologista e Professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ilza Maria Monteiro:

“mulheres com anemia por falta de ferro sentem-se cansadas, podem ter bebês pequenos, com restrição de crescimento e também outras complicações como trabalho de parto prematuro, incluindo aumento de chances na mortalidade perinatal. Além disso, a anemia em crianças está associada ao retardo do crescimento, ao comprometimento da capacidade de aprendizagem e até mesmo à falta de atenção e baixa resistência a infecções”, destaca.

Sua dose diária

Segundo o Ministério da Saúde, a recomendação para mulheres adultas é a ingestão de 15 mg/dia de ferro. Já no caso das gestantes:

“A suplementação de ferro na gravidez deve ser em dose mínima de 30 mg/dia durante toda a gestação e até 3 meses depois do parto. E em casos de baixa hemoglobina, a dose sobe para 60 mg/ dia. Nesse período, é preciso monitorar os índices de hemoglobina sérica, com exames a cada 3 meses. Após a normalização dos resultados, a dose volta a 30 mg/ dia, até 3 meses após o parto”, explica Ilza.

Monte seu prato

Agora que você já sabe que ferro é fundamental, é hora conhecer os alimentos que não podem faltar no seu prato. As fontes vegetais de ferro incluem folhas verde-escuras, como agrião, couve, cheiro-verde e taioba; as leguminosas, como feijões, fava, grão-de-bico, ervilha e lentilha; os grãos integrais ou enriquecidos e as nozes e as castanhas. Entre os alimentos de origem animal, as melhores fontes são as carnes vermelhas, principalmente fígado e outras vísceras (miúdos), como rim e coração; além de carnes de aves e de peixe os mariscos crus.

Dê uma forcinha

Para impulsionar a absorção do ferro, a recomendação é ingerir alimentos com proteína, principalmente de fontes vegetais. Frutas cítricas também são importantes, já que o ácido ascórbico presente nessas frutas facilita a absorção.

Dica!

Cuidado ao ingerir café, chá, mate, cereais integrais, leite e derivados, que podem conter substâncias como fosfatos, polifenóis, taninos e o cálcio, que diminuem a absorção de ferro no organismo.

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Ilza Maria Monteiro é livre Docente na Unicamp-SP e Ginecologista. Ela atende
em Campinas (SP).

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Vitaminas na gravidez: tomar ou não tomar?

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São nove meses intensos para a mulher. A gestação por completo é um período de muitas mudanças e transformações. E, para que tudo ocorra bem, é essencial que o corpo esteja preparado. Daí a importância da suplementação de vitaminas e minerais na gravidez.

“A demanda energética aumenta, assim como a necessidade de vitaminas, minerais e proteínas”, explica a Médica Ginecologista e Obstetra Vania Carolina Pereira Stancka.

Um dos principais motivos, como detalha a doutora, é o aumento do volume sanguíneo no corpo feminino, que chega a ser em média de dois litros.

“A quantidade de sangue maior no corpo causa uma anemia fisiológica na mulher, trazendo a necessidade de ingerir uma quantidade maior de ferro, para não agravar o quadro”, diz Vania.

O que a falta de ferro pode causar

De acordo com a doutora Vania, além de sintomas como cansaço, tontura, dor de cabeça, palidez, fraqueza e dor nas pernas, a anemia pode comprometer o desenvolvimento do bebê e piorar a situação da mãe na hora de dar a luz.

“No parto, normal ou cesárea, após a saída da placenta, há uma grande perda de sangue, o que pode agravar ainda mais o quadro de anemia, levando a mulher a uma internação hospitalar mais prolongada e à necessidade de transfusão sanguínea”, comenta a doutora.

Para a saúde da mãe e do bebê

Vania destaca que, além do ferro, o aumento na demanda de micronutrientes como vitaminas e minerais na gravidez está diretamente relacionado à saúde da mãe e do bebê, e cada item desempenha um papel fundamental nesse processo, como ela explica a seguir.

● Ácido fólico ou metilfolato ou vitamina B9:

“Seu consumo deve ser iniciado dois meses antes de engravidar e deve ser mantido durante a gestação. Consumir os níveis adequados desta vitamina diminui as chances de alterações no fechamento do tubo neural do embrião, que ocorre bem no início da gravidez”, afirma.

● Vitamina A:

“Importante para o desenvolvimento das células do coração, aparelho circulatório e digestivo do bebê”, comenta.

● Vitamina B12:

“Além de ajudar no funcionamento do sistema imune, auxilia na formação de células vermelhas do sangue, no metabolismo energético e no processo de divisão celular”, aponta.

● Vitamina C:

“Ajuda o organismo na absorção de ferro e proteínas como o colágeno, além de ser antioxidante”, destaca.

● Vitamina D:

“Atua na melhora da imunidade, além de ser fundamental para a absorção do cálcio e o desenvolvimento dos ossos e dentes do bebê, e manutenção da massa óssea da gestante”, explica.

● Vitamina E:

“É antioxidante e ajuda a defender as células”, reforça.

● Zinco:

“É um antioxidante que auxilia na proteção dos danos causados pelos radicais livres. Além disso, auxilia na síntese e no metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras. Ajuda também no funcionamento do sistema imune”, ressalta.

E para as tentantes?

De acordo com a doutora Vania, é recomendável que a mulher que quer engravidar passe por uma avaliação médica, na qual será orientada a tomar as vitaminas e os minerais necessários.

“O preparo do corpo para a gravidez é tão importante quanto o uso de suplementos durante a gestação”, comenta a doutora.

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Doutora Vania Carolina Pereira Stancka é Médica Ginecologista e Obstetra e trabalha, principalmente, com ginecologia integrativa com base na longevidade saudável, modulação hormonal e ortomolecular. Ela atua em São Paulo (SP) e mantém um canal no Instagram: @dravaniacarolina


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