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Estou Grávida

O teste deu positivo e uma nova jornada acaba de começar

O coração bate mais forte. O corpo começa a mudar. A mente se enche de perguntas e os sentimentos, que talvez você nunca tenha sentido, vêm à tona. 
Serão muitas descobertas ao longo desse caminho. A verdade é que a gravidez não é apenas o início de uma nova vida e, sim, o início de uma nova versão sua. Esse é um dos capítulos mais bonitos da sua vida e você não está sozinha para escrevê-lo.

Por isso, a Família Regenesis criou este espaço. Aqui você vai encontrar:

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Pode confiar: tudo aqui é feito com base na ciência e validado por profissionais de saúde.

A Família Regenesis está com você, um passo de cada vez.

Perguntas e respostas frequente
ao longo dessa jornada

Para saber se você está grávida, o primeiro passo é realizar o exame de sangue beta HCG, que fornece uma medida precisa da dosagem desse hormônio, permitindo estimar a evolução da gestação. Após a confirmação da gravidez, é essencial procurar um obstetra de confiança para iniciar o pré-natal, realizar os exames iniciais e receber as orientações necessárias para uma gestação saudável.

A idade gestacional pode ser calculada de duas formas principais: pela data da última menstruação (DUM) ou por ultrassonografia. A forma mais comum é a partir da data da última menstruação. Para isso, considere o primeiro dia da sua última menstruação e conte as semanas até a data atual. O resultado é a idade gestacional em semanas. Exemplo: se a sua última menstruação começou no dia 1º de março, e hoje é 1º de maio, sua gravidez está com cerca de 9 semanas. Já o cálculo por ultrassom, especialmente feito no primeiro trimestre, é considerado mais preciso. Ele se baseia no tamanho do embrião ou do feto, medido durante o exame, e pode ajustar ou confirmar a data prevista para o parto (DPP).

Durante a gravidez, as principais vitaminas e minerais recomendados para gestantes incluem ácido fólico (ou metilfolato), ferro, cálcio, vitamina D, iodo, ômega-3 (especialmente DHA) e vitamina B12. O ácido fólico deve ser iniciado ainda no período pré-concepcional, pois ajuda a prevenir malformações no tubo neural. O ferro previne a anemia, comum na gestação; o cálcio e a vitamina D são essenciais para o desenvolvimento ósseo do bebê; o iodo é importante para a formação do sistema nervoso; o DHA contribui para o desenvolvimento cerebral e visual; e a vitamina B12 apoia o metabolismo e o sistema neurológico. A suplementação deve ser sempre orientada por um profissional de saúde, pois as doses variam conforme as necessidades individuais.

Os principais sintomas da gravidez incluem atraso menstrual, sensibilidade e aumento das mamas, náuseas (principalmente matinais), aumento da frequência urinária, cansaço excessivo, alterações de humor, aversões ou desejos alimentares e aumento da sensibilidade a cheiros. Também podem ocorrer leve sangramento de implantação e cólicas leves no início. Esses sintomas variam de mulher para mulher e podem surgir logo nas primeiras semanas após a fecundação.

Sim, é normal sentir tontura durante a gravidez, especialmente no segundo e terceiro trimestres. Esse sintoma pode ocorrer devido à vasodilatação e à diminuição do tônus dos vasos sanguíneos, o que favorece o acúmulo de sangue nos membros inferiores e na pelve. Em alguns casos, a tontura também está relacionada à hipoglicemia, especialmente quando a gestante fica muito tempo sem se alimentar. No terceiro trimestre, a compressão da veia cava inferior pelo útero aumentado pode causar a chamada hipotensão supina, provocando mal-estar ao se deitar de barriga para cima. Nesses casos, recomenda-se deitar-se sobre o lado esquerdo, manter uma alimentação fracionada e estar em ambientes bem ventilados, medidas que geralmente aliviam os sintomas.

O pré-natal é o acompanhamento médico realizado durante a gestação, essencial para monitorar a saúde da gestante e do bebê, prevenir complicações e promover um parto seguro. Deve ser iniciado assim que a mulher descobre ou suspeita da gravidez, preferencialmente até a 12ª semana de gestação. Durante o pré-natal, são realizadas consultas periódicas, exames laboratoriais e de imagem, além de orientações sobre alimentação, vacinação e cuidados com o recém-nascido.

O calendário de consultas recomendado pelo Ministério da Saúde é: mensal, até a 28ª semana; quinzenal, da 28ª à 36ª semana; e semanal, a partir da 36ª semana até o parto. O acompanhamento é realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e pode incluir visitas domiciliares, especialmente em casos de dificuldade de acesso à unidade.

Os exames pré-natais são fundamentais para monitorar a saúde da gestante e do bebê, prevenir complicações e garantir um acompanhamento adequado ao longo da gravidez. Segundo o Ministério da Saúde, eles devem ser realizados em diferentes momentos da gestação, conforme um calendário que acompanha o desenvolvimento fetal e as mudanças no corpo da mulher.

Exames recomendados no início do pré-natal (1º trimestre)

  • Hemograma completo: avalia anemia e infecções.
  • Tipagem sanguínea e fator Rh: importante para identificar incompatibilidade sanguínea.
  • Glicemia de jejum: detecta risco de diabetes gestacional.
  • Sorologias para sífilis (VDRL), HIV, hepatites B e C, toxoplasmose e rubéola: rastreamento de infecções que podem afetar o feto.
  • Exame de urina (EAS e urocultura): detecta infecções urinárias assintomáticas.
  • Exame de fezes: identifica parasitoses.
  • Teste rápido de gravidez: quando aplicável.
  • Ultrassonografia obstétrica: preferencialmente até a 12ª semana para estimar a idade gestacional com maior precisão.

Exames do 2º trimestre

  • Ultrassonografia morfológica (entre 20 e 24 semanas): avalia o desenvolvimento anatômico do feto.
  • Glicemia ou teste oral de tolerância à glicose (TOTG): rastreia diabetes gestacional, geralmente entre 24 e 28 semanas.
  • Repetição de sorologias, hemograma e exame de urina, conforme avaliação médica.

Exames do 3º trimestre

  • Cultura de Streptococcus do grupo B: realizada entre 35 e 37 semanas, importante para prevenção de infecção neonatal.
  • Ultrassonografias complementares, se houver indicação.
  • Avaliação de batimentos cardíacos fetais e movimentos fetais: monitoramento clínico contínuo.

De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil, a gestação de alto risco é caracterizada por situações em que doenças maternas pré-existentes ou adquiridas durante a gravidez podem colocar em risco a vida materna e/ou fetal. 

O Manual Técnico de Gestação de Alto Risco,  do Ministério da Saúde, detalha diversas condições que classificam uma gestação como de alto risco, incluindo:

  • Idade materna: gestantes com menos de 15 anos ou mais de 35 anos.
  • Doenças pré-existentes: como hipertensão arterial crônica, diabetes mellitus, doenças cardíacas, renais, autoimunes ou infecciosas.
  • Histórico obstétrico: antecedentes de abortamentos repetidos, partos prematuros, cesarianas anteriores, entre outros.
  • Condições da gestação atual: gestação múltipla, pré-eclâmpsia, restrição de crescimento intrauterino, entre outras.
  • Fatores socioeconômicos e comportamentais: baixa escolaridade, condições de vida precárias, uso de substâncias psicoativas, entre outros.

É fundamental que gestantes com qualquer um desses fatores sejam acompanhadas de forma mais rigorosa durante o pré-natal, com consultas mais frequentes e, se necessário, encaminhamento para serviços especializados.

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Vale lembrar que é fundamental seguir sempre as orientações do seu médico!

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🔎 Importante:


As informações disponibilizadas nesta página têm caráter informativo e não substituem a orientação médica. Cada corpo é único, e apenas um profissional de saúde pode indicar o melhor caminho para a sua jornada.
Consulte seu médico antes de iniciar qualquer suplementação ou tratamento.

Referências

Ministério da Saúde (BR). Caderneta da gestante [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2022 [citado 2025 maio 18]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gravidez/publicacoes/caderneta-da-gestante 

Ministério da Saúde (BR). Pré-natal [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde [citado 2025 maio 18]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gravidez/pre-natal

Ministério da Saúde (BR). Manual técnico para gestação de alto risco [internet]. 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2012 [citado 2025 maio 18]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/gestacao_alto_risco.pdf

Manual de assistência pré-natal / Sérgio Peixoto. — 2a. ed. — São. Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. (FEBRASGO), 2014; [citado 2025 maio 18]. Disponível em: https://www.abenforj.com.br/site/arquivos/manuais/304_Manual_Pre_natal_25SET.pdf

Brasil. Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) [internet]. Brasília: Presidência da República; 1943 [citado 2025 maio 18]. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Licença-maternidade e outros benefícios [internet]. Brasília: Governo Federal; [citado 2025 maio 18]. Disponível em: https://www.gov.br/inss

Mulher e Gestação. Estou grávida, e agora? [Internet]. 2019 ago [acesso em 20 maio 2025]. Disponível em: https://mulheregestacao.com.br/2019/08/estou-gravida-e-agora/

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